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Corredores
de maratona e atletas de outras formas de exercício
intenso aumentam os níveis de endorfina no cérebro,
criando uma forma de auto-gratificação interna ( "self-reward").
Isto faz com que o atleta
treinado siga adiante ao atingir um ponto máximo de cansaço, que
leva todas as pessoas sem treinamento a pararem por fadiga.
Caso os atletas tomassem
café diariamente durante os treinos, na dose mínima de 4 xícaras,
é possível imaginar que os antagonistas opióides do café ( FQA)
bloqueariam os receptores que são estimulados pelas endorfinas,
peptídeos opióides cerebrais.
Isto faria com que os
neurônios do cérebro aumentassem sua descarga de endorfinas para
trazer o estímulo necessário para o atleta prosseguir, atingindo a
auto-gratificação num nível mais alto.
Atletas assim treinados,
teriam um cérebro trabalhando contra uma resistência a
auto-gratificação. E quando esta resistência fosse retirada,
certamente este cérebro estaria com uma maior capacidade de
produzir a auto-gratificação. Deste forma, atletas treinados
consumindo diariamente café, caso parassem de tomá-lo na véspera e
nos dias de competição, poderiam ter sua performance aumentada de
forma significativa, sem qualquer tipo de "doping ". Apenas
aumentando, além da capacidade dos músculos, a capacidade do
cérebro de prosseguir mais além.
fonte desta
matéria:ABIC |